PF leva 5 anos para aceitar atestado médico

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Uma escrivã da Polícia Federal lotada em Varginha, no Sul de Minas, somente teve reconhecido o seu atestado médico cinco anos após ficar curada. Em 2005, ela teve uma crise reumática e foi afastada por 30 dias para tratamento. O pedido de licença que ela apresentou, entretanto, foi rejeitado pela superintendência da PF e a agente, acusada por falsidade ideológica.

Após cinco anos de inquérito policial e novas perícias médicas que confirmaram o diagnóstico original, a Justiça Federal determinou o arquivamento do processo. A escrivã, com toda a razão, agora entrou com ação judicial requerendo que a União a indenize por danos morais.


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