Urna da discórdia

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Em ano eleitoral, voltam à cena os alertas de especialistas para a vulnerabilidade das nossas urnas eletrônicas, cuja utilização já foi rejeitada por mais de 50 países.

Por exemplo: Holanda, Alemanha e vários estados norte-americanos aboliram seu uso. O Paraguai recebeu 15 mil urnas eletrônicas do Brasil, mas o equipamento deu margem a tanta mutreta na votação que elas terminaram proibidas e foram devolvidas.

Nas últimas eleições brasileiras, 32 cidades do Sul de Minas – Lambari, Cambuquira e Campanha entre elas – e centenas de municípios pelo país denunciaram fraude nas urnas eletrônicas (dados do site FUE).

O TSE não quer conversa; diz que elas são seguras, mesmo após testes em que especialistas espionaram uma urna – acredite – usando um simples radinho de pilha e conseguiram manipular a votação eletrônica utilizando um telefone celular. Para saber mais, clique aqui.


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