Molhou a mão no Porto Seco

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Os ministros do Supremo Tribunal Federal negaram por unimidade, semana passada, o habeas corpus para um empresário indiciado por corrupção no Porto Seco de Varginha, no Sul de Minas.

A Justiça também considerou lícitas como provas as escutas telefônicas constantes do processo contra ele.

O executivo é acusado de molhar a mão (subornar) de dois auditores fiscais aduaneiros com R$ 40 mil, para liberarem irregularmente uma máquina têxtil do pátio da alfândega mineira.


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