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KAKA DO PT, UM PREFEITO CARA-DE-PAU

segunda-feira, 8 agosto, 2011

Depois de inventar a melhor água do planeta e a água oficial da Copa, prefeito trapalhão cria um fantástico "fusca flex a diesel"

Depois de inventar a melhor água do planeta e a água oficial da Copa, prefeito trapalhão cria um fantástico "fusca flex a diesel"


As trapalhadas do prefeito Evanderson “Kaka” Xavier (PT), de Cambuquira, parecem estar longe do fim. Não bastasse a Justiça ter tomado seu depósito de gás para cobrir dívidas pessoais, agora ele terá que explicar como conseguiu enfiar quase 1.000 litros de óleo diesel e 1.300 litros de gasolina do município no tanque de um modesto fusquinha 72 – e em apenas um mês. É o que consta nas notas fiscais que entregou à Câmara Municipal em julho.

A despesa absurda chamou a atenção do Ministério Público, que também quer saber como Kaka (PT) conseguiu fazer as 25 crianças do programa PETI comerem 400 quilos de carne em apenas 30 dias.

Além disso, o prefeito “preto no branco” (slogan de sua campanha eleitoral) liberou o carro do Conselho Tutelar para ir ao Rio de Janeiro, com despesas pagas pelos contribuintes, inclusive, noites num motel carioca.

Não é à toa que tem muito “cumpanhêro” se afastando desse governo petista. É como diz o velho ditado: quando o naufrágio é iminente, os ratos abandonam o navio. E ratazana gorda é o que não falta em todos os níveis do Poder Público, desde o bilionário Gabinete da Presidência ao mafuá do prefeito Kaka (PT).

(fonte: O Estado de Minas http://goo.gl/iGDVP )

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Diga-me com quem andas, direi quem és…

domingo, 10 julho, 2011

JUSTIÇA PENHORA
DEPÓSITO DE KAKA

O prefeito de Cambuquira, no Sul de Minas, está sendo executado judicialmente em razão de uma dívida de R$ 38.467,20 que tem com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP.

O termo de penhora do depósito de Evandro “Kaka” Xavier (PT) foi expedido esta semana, nos autos de Execução Fiscal de nº 0002883-04.2010.8.13.0107, da competência da Fazenda Pública Federal. O processo de cobrança da dívida começou em março de 2010.

Antes de assumir a prefeitura, “Kaka” explorava um modesto depósito de botijões de gás no bairro da Lavra, o que lhe proporcionou certa popularidade e uma imagem de sujeito simples e honesto, favorecendo a sua eleição.

Veja a página do Tribunal de Justica/MG em http://goo.gl/gljS7


JUSTIÇA CONDENA EX-PREFEITO
“PUDIM” POR DESONESTIDADE

Cinco ex-integrantes da prefeitura de Cambuquira, no Sul de Minas, foram condenados em junho por improbidade administrativa.

Na ação civil pública de nº 010706000781-5, o grupo liderado pelo ex-prefeito Rubens Barros Santos, o “Pudim”, é acusado de causar prejuízo de R$ 852.054,00 aos cofres da cidade; este valor, corrigido, passa atualmente de R$ 1 milhão.

Os demais réus condenados no processo movido pelo Ministério Público/MG são: Luiz Sérgio de Souza Reis, Andréa da Silva Goulart, Edna Maria Soares Ferreira e Laércio Paulo de Andrade.

A sentença estabelece por cinco anos a indisponibilidade dos bens dos réus, a perda dos direitos políticos, a proibição de contratar com o poder público e receber benefícios ou incentivos oficiais.

Segundo fontes locais, o réu “Pudim” tem sido uma espécie de conselheiro ou tutor político do atual prefeito Evanderson “Kaka” Xavier (PT), atuando informalmente em razão das proibições de ocupar cargo público existentes nos vários processos judiciais a que responde.

Veja a página do Tribunal de Justiça/MG em http://goo.gl/JbBBA

Um raio-x do Brasil do PT

sábado, 2 julho, 2011

Parte reveladora do documento publicado dia 01/07/2011 pelo Conselho Político do PSDB, presidido por José Serra:

… Muita coisa está parada no país; outras tantas funcionam precariamente. Porque faltam ao governo clareza, convicção, propósito e, é forçoso dizer, competência.

Desenvolvimento e emprego
A maior necessidade no Brasil nas próximas décadas é criar muitos empregos de boa qualidade, que proporcionem melhor padrão de vida para as famílias, mais acesso a bens materiais e culturais, mais saúde, mais futuro. Até 2030, mais de 145 milhões de pessoas de pessoas precisarão de postos de trabalho. Para enfrentar esses desafios, é preciso que a economia cresça de forma rápida e sustentada. Durante o mandato de Lula, graças ao seu talento de animador e à publicidade massiva, criou-se a impressão de que a era do crescimento dinâmico havia voltado para ficar. Impressão, infelizmente, sem fundamento.

A herança maldita
O mais preocupante, em todo caso, não é esse desempenho modesto, mas as travas que o governo Lula legou ao crescimento futuro do país:

1. O perverso tripé macroeconômico: temos a carga tributária mais alta do mundo em desenvolvimento; a maior taxa de juros reais de todo o planeta, ainda em ascensão, e a taxa de câmbio megavalorizada. A isso se soma uma das menores taxas de investimentos governamentais do mundo.

2. O gargalo na infraestrutura: energia, transportes urbanos, portos, aeroportos, estradas, ferrovias, hidrovias e navegação de cabotagem. Um gargalo que impõe custos pesados à atividade econômica e freia as pretensões de um desenvolvimento mais acelerado nos próximos anos.

3. As imensas carências em Saneamento, Saúde e Educação, que seguram a expansão do nosso capital humano.

4. A falta de planejamento e de capacidade executiva no aparato governamental, dominado pelo loteamento político, pela impunidade, quando não premiação, dos que atentam contra a ética, e por duas predominâncias: do interesse político-partidário sobre o interesse público, e das ações publicitário-eleitorais sobre a gestão efetiva das atividades de governo.

Nem convicção nem rapidez
Sem poder reclamar publicamente da herança recebida, o novo governo promete que vai enfrentar os desafios, mas mostra falta de convicção e de rapidez, além de desorientação em matéria de prioridades, cujo símbolo maior é o trem-bala SP/RJ, sem dúvida o projeto de investimento mais alucinado de nossa história, não só pela precariedade técnica e pela inviabilidade econômico-financeira, como também pelo volume de recursos que exigiria.

A falta de convicção apareceu na crise do sistema aeroportuário, onde, depois de anos demonizando as privatizações, o PT e a presidente Dilma concluíram que melhor mesmo é privatizar. Depois de oito anos e meio, não têm, é claro, projeto algum nessa área, e só a modelagem necessária à licitação das concessões demorará até meados do ano que vem, enquanto o colapso dos aeroportos continuará a martirizar os passageiros.

A falta de rapidez fica visível em face dos quatro anos de atraso das providências para a Copa do Mundo. Assunto no qual, em vez de resolver os problemas, o atual governo optou pelo atropelo, tentando promover mudanças na legislação que transformarão as obras públicas em puros negócios privados, como se os donos do poder fossem os donos do patrimônio e do dinheiro dos contribuintes. Vêm aí superfaturamentos, atrasos e outros desperdícios de dinheiro público numa escala inusitada em nossa história.

Como regra, o governo vai atrás, bem atrás, dos acontecimentos e nem assim toma iniciativas efetivas. No ano passado, alegavam que nossas fronteiras – das mais escancaradas do mundo ao contrabando de armas e drogas – eram as mais guarnecidas do planeta. Isso foi recentemente desmentido por grandes reportagens, e só por essa razão, depois de cortar recursos da vigilância do setor, o governo anunciou um grande plano, de corte puramente publicitário. Como o plano contra o crack, que nunca saiu do papel, e nem é essa a intenção dos responsáveis pela área, que negam a gravidade do problema. Ou, então o novo “plano” contra a miséria, um mero requentado publicitário do Fome Zero, uma iniciativa que deu certo na propaganda, mas que nunca existiu na realidade.

No meio ambiente, o governo tampouco tem personalidade definida, no seu já clássico zigue-zague. Procura parecer ortodoxamente ambientalista no debate do Código Florestal e é ortodoxamente anti-ambientalista no atropelo para fazer andar a hidrelétrica de Belo Monte. Radicalizou desnecessariamente nos dois casos, pois havia terreno para entendimento no Congresso Nacional e na sociedade sobre o novo código, e há também como encaminhar a utilização do potencial hidrelétrico de uma maneira ambientalmente e socialmente responsável.

Desindustrialização
No começo do mandato da atual presidente, divulgou-se a chegada de uma novíssima política econômica, em que o crescimento não mais ficaria constrangido pela luta anti-inflacionária. A inflação seria combatida com crescimento. O resultado foi a deterioração das expectativas, o pânico diante das ameaças de reindexação e um recuo desorganizado – uma rota de fuga para uma ortodoxia, diga-se, de má qualidade.

O PIB contratado para este ano é medíocre, acompanhado de inflação perigosamente alta. O governo promete fazê-la convergir para a meta no ano que vem, mas já sinalizou que vai fazer isso prolongando o aperto monetário e o pé no breque do crescimento. Em resumo: depois das indecisões e vacilações na largada, vão acabar comprometendo pelo menos dois anos – metade do mandato. E, como a âncora exclusiva do ajuste é a cambial, isso causará um estrago ainda maior na indústria brasileira. O crescimento medíocre produz resultados pobres, principalmente no emprego. Fica escondido o fato de que a maioria das vagas criadas nos últimos anos paga salários menores. Na faixa dos melhores empregos, os mais qualificados, o que se vê é estagnação ou o retrocesso. O desemprego entre os jovens está cada vez mais grave.

Emprego de qualidade depende também de indústria forte. E o binômio perverso juros-câmbio impõe o arrocho e a incerteza à indústria brasileira, que enfrenta dificuldades crescentes para competir no exterior e observa impotente a invasão de produtos estrangeiros a preços que sufocam a produção nacional. Estamos vivendo, sim, um processo de desindustrialização, como se o modelo agro-minerador pudesse proporcionar, por si só, os 145 milhões de bons empregos de que necessitaremos daqui a menos de 20 anos.

O que existe de atividade mais dinâmica resulta dos investimentos do petróleo (mesmo atrasados, superfaturados e desorganizados), da agricultura e do dinheiro que vem de fora para especular. Na agricultura, porém, o governo ainda insiste em cevar o clima que criminaliza os produtores. Já o dinheiro externo vem para dançar a ciranda financeira e garantir os maiores rendimentos do mundo. Uma vez anabolizado, vai embora feliz da vida. Hoje, a fraqueza das nossas exportações nos torna dependentes do capital que faz uma escala e pode cair fora. Enquanto isso, nossa taxa de investimentos continua cronicamente baixa. E o déficit em conta corrente do balanço de pagamentos, neste ano, da ordem de 65 bilhões de dólares, será o terceiro ou quarto maior de mundo.

Política Externa: quase más de lo mismo
Algo parecido acontece nos direitos humanos. Depois de tentar empurrar o Brasil para uma aliança estratégica com o Irã, cujo governo ditatorial prega um segundo Holocausto contra os judeus, o PT sentiu a rejeição da opinião pública, ensaiou um recuo, passou a dizer que os direitos humanos iriam adquirir centralidade na política externa brasileira. Mas a coisa ficou só no plano das declarações. Na prática, o governo do PT apoia o regime da Síria no massacre contra os movimentos a favor da democracia naquele país. Neste capítulo, um momento triste foi quando a presidente deu as costas à Prêmio Nobel da Paz iraniana Shirin Ebadi, para não melindrar o aliado Mahmoud Ahmadinejad. Parece que a atração do governo petista pelas tiranias segue inabalável.

É a verdade revelada na sua face mais cruel. O governo do PT é a favor de promover os direitos humanos em países governados por adversários do PT. Quando se trata de governos amigos do petismo, prefere-se o silêncio diante das violações, dos abusos, dos massacres. Para os amigos, as conquistas da civilização; para os nem tanto, a lei da selva. Não foi por menos, aliás, que o momento da vergonha veio quando o governo do PT decidiu afrontar a democrática Itália e dar proteção a um assassino comum, Cesare Battisti, só por ele ter amigos no PT.

O papel da oposição
Como oposição, temos o dever de acompanhar, estudar todas as principais questões nacionais a fundo, ver como vivem e sentir o que pensam as pessoas de todo o país, criticar, fiscalizar, cobrar promessas e apontar caminhos. (…) A incompetência e o autoritarismo são as marcas deste governo, e o PSDB não renunciará à denúncia desses atos e buscará mobilizar a sociedade brasileira para superar este período difícil.

A DESINFORMAÇÃO DA NOTÍCIA

terça-feira, 18 janeiro, 2011

Um jornal regional mostrava ontem à noite na TV o solidário gesto de moradores de várias cidades de Minas Gerais arrumando caminhões e obtendo doações para remeter à região serrana do Rio de Janeiro, mesmo com todas as dificuldades de transporte e a longa distância.

Paradoxalmente, existem poucas campanhas para acudir aos mais de 20.000 desabrigados no próprio estado, quase todos no Sul de Minas, que sofreu, em extensão, danos ainda mais graves que os da serra fluminense, exceto na quantidade de mortos.

Nesta segunda-feira há 84 municípios em situação de emergência; mais de 60 cidades continuam submersas e pelo menos oito permanecem isoladas, sem luz, comida, água e telefone. Mais de 500 casas ruíram, 131 pontes desabaram. Alagoa, capital do queijo parmesão, a 20 km de Itamonte, está inacessível há uma semana.

Prefeitos e pessoal da Defesa Civil atribuem o desconhecimento geral do que está ocorrendo em Minas às emissoras de TV, que por questão de facilidade operacional (proximidade com suas sedes, concentração geográfica das vítimas, cidades internacionalmente conhecidas) têm focalizado as reportagens quase exclusivamente na serra fluminense. Em consequência, o flagelo mineiro é desconhecido do grande público e da maioria das autoridades.

O repórter da TV perguntou ao coordenador de um dos centros de arrecadação em Divinópolis, MG porque não estavam enviando donativos aos seus conterrâneos desabrigados, que estavam bem mais próximos que os de Nova Friburgo, RJ e eram em maior número. A resposta foi rápida: “é porque morreu muito mais gente no Rio, uai!” O jornalista então emendou: “tá, mas os donativos não são para os sobreviventes?”

Assim como esse voluntário, a maior parte do público ignora que a chuva afetou mais de 1,3 milhão de pessoas em Minas Gerais e que o número de desabrigados é quase o dobro do existente no Rio de Janeiro. Só resta aos mineiros rezar, sofrer e trabalhar em silêncio, esperando que o Exército chegue logo para ajudar a acabar com tanta agonia.

AGORA VAI!

quinta-feira, 30 dezembro, 2010

Cambuquira acaba de concluir seu mais importante investimento turístico da década: mandou produzir três charretes para circularem na cidade. Quanta criatividade! Que medida oportuna!

O empreendimento já se mostra um sucesso neste final de ano, com os graciosos veículos levando as pessoas até a rodoviária, onde embarcam para comemorar o réveillon e passar as férias em outras cidades.

Os taxistas, porém, já temem a concorrência. É que turista batendo em retirada de Cambuquira é o seu maior ganha-pão.

O ‘CONTO DO PIRIPAU’

quinta-feira, 30 dezembro, 2010

No episódio nebuloso envolvendo o ex-prefeito Marcos Vinícius e assessores dele na compra do Pico do Piripau em Cambuquira, há alguns anos, o castigo demorou mas não falhou.

É que a Lei Ambiental passou a considerar como área de preservação o topo (terço superior) dos morros. Assim, pela nova legislação, nada pode ser construído no cume. Até o conjunto de antenas, instalado irregularmente lá em cima, está sujeito a demolição.

Elefante branco

Com isso, o Pico do Piripau se tornou o maior mico na mão daqueles que achavam estar dando um golpe de mestre. Nada pode ser feito lá, exceto, talvez, o simples voo livre. Mas o próprio ex-prefeito, acredite, acabou com este esporte em Cambuquira.

Colocado à venda, o Piripau não encontra interessados, ainda mais que, segundo fontes da cidade, os donos estão pedindo o absurdo de R$100 mil pela área que “adquiriram”, na verdade, por cerca de R$30 mil. E hoje não vale a metade disso, transformado num pico assombrado e imexível.

Desinteresse ou cumplicidade?

Tampouco a administração atual do sr. Evanderson “Kaka” Xavier (PT) mostrou atitude para resgatar o esporte e o local. Sua assessoria jurídica poderia ter solicitado investigação da operação da compra efetuada pela equipe do ex-prefeito, com o agravante de que a área estava arrendada à própria prefeitura na ocasião.

Também caberia indenização pelas benfeitorias realizadas no Piripau pela prefeitura e povo de Cambuquira durante vários anos. E, em último caso, requerer desapropriação por interesse público.

Aliás, por que será que a Câmara de Vereadores não abordou este episódio do Piripau na recente CPI que investigou atos do ex-prefeito? Será que tem gente com “rabo preso” nesta história?

Dívida externa: Lula mentiu!

terça-feira, 16 novembro, 2010

Dentre as muitas mentiras de marketing pregadas pelo presidente Lulla, a história de que teria conseguido pagar a dívida brasileira é uma das mais graves.

Para reforçar essa ilusão, chegou a emprestar uns trocados ao FMI, fazendo o povo trouxa – e sem saúde, educação nem segurança – delirar de orgulho nacionalista: ” já estamos até emprestando dinheiro ao estrangeiro”, festejou o brasileiro ingênuo.

Agora, paguem a conta: mais da metade das despesas do governo federal é para honrar a banca dos empréstimos. São R$ 1.000.000.000.000,00 ao ano.

O PT chega ao fim do segundo mandato de Lula legando ao país um número assombroso e vergonhoso: 52,91% de todas as despesas do país estarão destinadas ao pagamento de juros da dívida ou a outros custos financeiros.

É mais de um trilhão de reais. É mais de cinco vezes a folha de pagamento. É três vezes mais dos que os gastos com a previdência. É seis vezes mais o que o Tesouro repassa para estados e municípios.

Veja o quadro abaixo, do orçamento de 2011, publicado pelo O Globo:

Uma das grandes mentiras do PT na campanha eleitoral é que Lula teria pagado a dívida externa que, na verdade, já chega a 250 bilhões de dólares (com informações do Coturno Noturno e O Globo).

Num país realmente democrático, Lula estaria na cadeia há muito tempo. Por estas e outras. Muitas outras…

Oposição rejeita volta da CPMF

sábado, 6 novembro, 2010

Menos a “oposição generosa” dos mineiros. Antonio Anastasia (PSDB-MG), governador reeleito de Minas, ficou isolado na sua posição desastrosa a favor da recriação da CPMF.

No que deve ser o primeiro embate entre governo e oposição após a sucessão presidencial, a recriação do “imposto do cheque” já virou um dos temas mais discutidos entre os tucanos e os democratas.

Curioso que ninguém prestou atenção quando a Dilma, ainda antes do primeiro turno, anunciou em entrevistas na TV que traria a CPMF de volta, se fosse eleita.

Foi. Trará.

Quem é palhaço, mesmo?

sábado, 6 novembro, 2010

Este ano, só 35 dos 513 novos deputados federais se elegeram com votos próprios; os outros 478 vão assumir em Brasília tomando carona na votação expressiva de outros candidatos.

Resumo: quem define os representantes dos brasileiros no parlamento, afinal, são os eleitores do palhaço Tiririca e outros recordistas de votos. É a nossa realidade.

Escândalo de Correios e Casa Civil dá em nada

sábado, 6 novembro, 2010

A sensação é a de que o governo federal promoveu apenas uma “operação abafa” nos Correios: NINGUÉM foi demitido após as eleições.

Pior, o novo diretor de Operações, nomeado por Lulla, é aquele mesmo adjunto do coronel testa-de-ferro da MTA Linhas Aéreas, do escândalo envolvendo a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra.

Não demora a Erenice aparece de volta no governo, toda rebolando, cheia de moral e sem nenhum processo. Duvida?

Com um nome desses, não podia ser boa coisa

sexta-feira, 5 novembro, 2010

Até agora, Antônio Anastasia é o único governador da oposição a favor da volta da CPMF. Em agosto passado, em campanha, o mineiro dizia o contrário, num fórum de empresários:

“Reitero a minha adesão e completa solidariedade à posição de todos os empresários brasileiros, de que a carga tributária brasileira é exagerada, sufocante. Ela não permite que os negócios avancem e, na transformação da pequena empresa em média empresa, muita vezes, ela mata ali o empreendedor.

Precisamos ter aí um esforço nacional, dos municípios, dos Estados e, especialmente, do Governo Federal, que concentra 70% da receita tributária nacional. Sai de Minas o minério, vai para a China, vira aço, e volta mais barato do que o aço feito aqui. É algo que não entra na cabeça de nenhuma pessoa”.

(com informações de Coturno Noturno)

Minas está mal na foto da democracia

quinta-feira, 4 novembro, 2010

“O medo é aprovar a CPMF, o ônus cair para o parlamento e daqui a um ano o dinheiro não ir para a saúde de novo”, afirmou hoje o deputado Júlio Delgado (PSB-MG).

Quem deveria ser contra é a favor, quem deveria ser a favor é contra. O deputado acima é do PSB mineiro, partido cujos governadores cerraram fileiras a favor da CPMF.

Já entre os tucanos, o único governador a favor da volta do imposto foi Antônio Anastasia, de Minas Gerais. Nem começou o novo mandato e a criatura já se bandeou para o lado do PT, contra o povo.

Aliás, se alguém ainda tinha dúvida também sobre a lealdade de Aécio Neves (PSDB-MG) aos tucanos, fique sabendo que hoje o governador do Ceará, Cid Gomes, do PSB, aliado do PT de Dilma, propôs o Aécio como próximo presidente do Senado.

Para um adversário indicá-lo para um cargo dessa importância, é porque deixou de ser adversário: virou galinha do mesmo terreiro.

Os gozadores de plantão já estão sugerindo que o PSDB mineiro troque de mascote: sai o pássaro tucano e entra o peixe traíra.

Paulo Bornhausen: ‘CPMF nunca mais’

quinta-feira, 4 novembro, 2010

Nota do líder do DEM na Câmara, Paulo Bornhausen (SC), sobre a proposta de recriação da CPMF.

“A Liderança dos Democratas na Câmara dos Deputados repudia veementemente a possibilidade de recriação da CPMF, o famigerado Imposto do Cheque.

Seguindo ordens, inspiradas no capricho vingativo do atual Presidente da República, a Presidente eleita, Dilma Rousseff, está convocando os governadores de sua base aliada para assumirem o movimento pela volta do imposto que o povo brasileiro derrubou.

A continuidade prometida durante a campanha está privilegiando as piores características deste governo federal, a falta de competência para gerir os recursos públicos e a gana pela cobrança de impostos.

O aumento da IOF – logo após o fim da CPMF – e o constante aumento da arrecadação de impostos alimentaram os cofres públicos com mais recursos do que os gerados pelo Imposto do Cheque.

A solução para o caos da saúde pública do Brasil está na regulamentação da Emenda 29 e na profissionalização da gestão.

Os Democratas não permitirão que o povo pague a conta da eleição.

Conclamamos a Oposição, no Congresso e no Legislativo e Executivo estaduais, e toda a sociedade para impedir mais esse descalabro do governo do PT.

CPMF nunca mais.”

TRAMOIA PARA A VOLTA DA CPMF

quinta-feira, 4 novembro, 2010

A estratégia da Dilma para fingir que não fará medidas contrárias ao povo é jogar a responsabilidade para outros.

No caso do aborto, por exemplo, ela disse “ser contra” e que jamais teria a iniciativa de mudar a legislação correspondente. Mas em momento nenhum afirmou que vetaria uma proposta de seus aliados do Legislativo – a Marta Suplicy, por exemplo – nesse sentido.

Agora, falando da volta da CPMF, ela igualmente se declarou contra e que jamais tomaria a iniciativa, mas que não poderia garantir nada porque “os governadores estavam pressionando”.

No dia seguinte, entram em cena, bem combinados, os governadores aliados dela, do PT e de Lulla exigindo a volta do maldito imposto. E será aprovado, apenas com nome diferente: CSS. Mas “não foi ela” quem trouxe o tributo de volta, entendeu? Foram os governadores…

Ora, fosse realmente contra o aborto e contra a CPMF, bastaria usar sua autoridade de presidente para vetar os projetos. Simples assim. Mas isso ela não conta pro povão, né? Falsa!

COMEÇOU CEDO: ARROCHO NO SALÁRIO MÍNIMO

quarta-feira, 3 novembro, 2010

A presidente Dilma Rousseff, com apenas três dias de eleita, já está pregando arrocho salarial pela redução do salário mínimo a médio prazo, ao mesmo tempo em que promete um reajuste da Bolsa Família.

É um paradoxo que não haja dinheiro para quem trabalhou a vida inteira, como os aposentados, mas exista verba abundante para sustentar os milhões de petistas que a elegeram.

Dilma quer aprovar uma nova regra para o reajuste do salário mínimo. Sua equipe de transição vai negociar o novo mecanismo com as centrais sindicais, em conjunto com o governo Lula, para começar a valer já em 2011.

Em 2010, o PIB do país deve crescer ao menos 7%, o que resultaria, após décadas de espera e promessas, num percentual digno de reajuste do salário mínimo em 2012. Entretanto, a mudança que o PT fará no cálculo é justamente para impedir esse bom aumento que ocorreria pelas regras atuais.

Elegeu ela? Agora…. aguenta!

(com informações da Folha e Coturno Noturno)