Archive for the ‘Geral’ Category

Um raio-x do Brasil do PT

sábado, 2 julho, 2011

Parte reveladora do documento publicado dia 01/07/2011 pelo Conselho Político do PSDB, presidido por José Serra:

… Muita coisa está parada no país; outras tantas funcionam precariamente. Porque faltam ao governo clareza, convicção, propósito e, é forçoso dizer, competência.

Desenvolvimento e emprego
A maior necessidade no Brasil nas próximas décadas é criar muitos empregos de boa qualidade, que proporcionem melhor padrão de vida para as famílias, mais acesso a bens materiais e culturais, mais saúde, mais futuro. Até 2030, mais de 145 milhões de pessoas de pessoas precisarão de postos de trabalho. Para enfrentar esses desafios, é preciso que a economia cresça de forma rápida e sustentada. Durante o mandato de Lula, graças ao seu talento de animador e à publicidade massiva, criou-se a impressão de que a era do crescimento dinâmico havia voltado para ficar. Impressão, infelizmente, sem fundamento.

A herança maldita
O mais preocupante, em todo caso, não é esse desempenho modesto, mas as travas que o governo Lula legou ao crescimento futuro do país:

1. O perverso tripé macroeconômico: temos a carga tributária mais alta do mundo em desenvolvimento; a maior taxa de juros reais de todo o planeta, ainda em ascensão, e a taxa de câmbio megavalorizada. A isso se soma uma das menores taxas de investimentos governamentais do mundo.

2. O gargalo na infraestrutura: energia, transportes urbanos, portos, aeroportos, estradas, ferrovias, hidrovias e navegação de cabotagem. Um gargalo que impõe custos pesados à atividade econômica e freia as pretensões de um desenvolvimento mais acelerado nos próximos anos.

3. As imensas carências em Saneamento, Saúde e Educação, que seguram a expansão do nosso capital humano.

4. A falta de planejamento e de capacidade executiva no aparato governamental, dominado pelo loteamento político, pela impunidade, quando não premiação, dos que atentam contra a ética, e por duas predominâncias: do interesse político-partidário sobre o interesse público, e das ações publicitário-eleitorais sobre a gestão efetiva das atividades de governo.

Nem convicção nem rapidez
Sem poder reclamar publicamente da herança recebida, o novo governo promete que vai enfrentar os desafios, mas mostra falta de convicção e de rapidez, além de desorientação em matéria de prioridades, cujo símbolo maior é o trem-bala SP/RJ, sem dúvida o projeto de investimento mais alucinado de nossa história, não só pela precariedade técnica e pela inviabilidade econômico-financeira, como também pelo volume de recursos que exigiria.

A falta de convicção apareceu na crise do sistema aeroportuário, onde, depois de anos demonizando as privatizações, o PT e a presidente Dilma concluíram que melhor mesmo é privatizar. Depois de oito anos e meio, não têm, é claro, projeto algum nessa área, e só a modelagem necessária à licitação das concessões demorará até meados do ano que vem, enquanto o colapso dos aeroportos continuará a martirizar os passageiros.

A falta de rapidez fica visível em face dos quatro anos de atraso das providências para a Copa do Mundo. Assunto no qual, em vez de resolver os problemas, o atual governo optou pelo atropelo, tentando promover mudanças na legislação que transformarão as obras públicas em puros negócios privados, como se os donos do poder fossem os donos do patrimônio e do dinheiro dos contribuintes. Vêm aí superfaturamentos, atrasos e outros desperdícios de dinheiro público numa escala inusitada em nossa história.

Como regra, o governo vai atrás, bem atrás, dos acontecimentos e nem assim toma iniciativas efetivas. No ano passado, alegavam que nossas fronteiras – das mais escancaradas do mundo ao contrabando de armas e drogas – eram as mais guarnecidas do planeta. Isso foi recentemente desmentido por grandes reportagens, e só por essa razão, depois de cortar recursos da vigilância do setor, o governo anunciou um grande plano, de corte puramente publicitário. Como o plano contra o crack, que nunca saiu do papel, e nem é essa a intenção dos responsáveis pela área, que negam a gravidade do problema. Ou, então o novo “plano” contra a miséria, um mero requentado publicitário do Fome Zero, uma iniciativa que deu certo na propaganda, mas que nunca existiu na realidade.

No meio ambiente, o governo tampouco tem personalidade definida, no seu já clássico zigue-zague. Procura parecer ortodoxamente ambientalista no debate do Código Florestal e é ortodoxamente anti-ambientalista no atropelo para fazer andar a hidrelétrica de Belo Monte. Radicalizou desnecessariamente nos dois casos, pois havia terreno para entendimento no Congresso Nacional e na sociedade sobre o novo código, e há também como encaminhar a utilização do potencial hidrelétrico de uma maneira ambientalmente e socialmente responsável.

Desindustrialização
No começo do mandato da atual presidente, divulgou-se a chegada de uma novíssima política econômica, em que o crescimento não mais ficaria constrangido pela luta anti-inflacionária. A inflação seria combatida com crescimento. O resultado foi a deterioração das expectativas, o pânico diante das ameaças de reindexação e um recuo desorganizado – uma rota de fuga para uma ortodoxia, diga-se, de má qualidade.

O PIB contratado para este ano é medíocre, acompanhado de inflação perigosamente alta. O governo promete fazê-la convergir para a meta no ano que vem, mas já sinalizou que vai fazer isso prolongando o aperto monetário e o pé no breque do crescimento. Em resumo: depois das indecisões e vacilações na largada, vão acabar comprometendo pelo menos dois anos – metade do mandato. E, como a âncora exclusiva do ajuste é a cambial, isso causará um estrago ainda maior na indústria brasileira. O crescimento medíocre produz resultados pobres, principalmente no emprego. Fica escondido o fato de que a maioria das vagas criadas nos últimos anos paga salários menores. Na faixa dos melhores empregos, os mais qualificados, o que se vê é estagnação ou o retrocesso. O desemprego entre os jovens está cada vez mais grave.

Emprego de qualidade depende também de indústria forte. E o binômio perverso juros-câmbio impõe o arrocho e a incerteza à indústria brasileira, que enfrenta dificuldades crescentes para competir no exterior e observa impotente a invasão de produtos estrangeiros a preços que sufocam a produção nacional. Estamos vivendo, sim, um processo de desindustrialização, como se o modelo agro-minerador pudesse proporcionar, por si só, os 145 milhões de bons empregos de que necessitaremos daqui a menos de 20 anos.

O que existe de atividade mais dinâmica resulta dos investimentos do petróleo (mesmo atrasados, superfaturados e desorganizados), da agricultura e do dinheiro que vem de fora para especular. Na agricultura, porém, o governo ainda insiste em cevar o clima que criminaliza os produtores. Já o dinheiro externo vem para dançar a ciranda financeira e garantir os maiores rendimentos do mundo. Uma vez anabolizado, vai embora feliz da vida. Hoje, a fraqueza das nossas exportações nos torna dependentes do capital que faz uma escala e pode cair fora. Enquanto isso, nossa taxa de investimentos continua cronicamente baixa. E o déficit em conta corrente do balanço de pagamentos, neste ano, da ordem de 65 bilhões de dólares, será o terceiro ou quarto maior de mundo.

Política Externa: quase más de lo mismo
Algo parecido acontece nos direitos humanos. Depois de tentar empurrar o Brasil para uma aliança estratégica com o Irã, cujo governo ditatorial prega um segundo Holocausto contra os judeus, o PT sentiu a rejeição da opinião pública, ensaiou um recuo, passou a dizer que os direitos humanos iriam adquirir centralidade na política externa brasileira. Mas a coisa ficou só no plano das declarações. Na prática, o governo do PT apoia o regime da Síria no massacre contra os movimentos a favor da democracia naquele país. Neste capítulo, um momento triste foi quando a presidente deu as costas à Prêmio Nobel da Paz iraniana Shirin Ebadi, para não melindrar o aliado Mahmoud Ahmadinejad. Parece que a atração do governo petista pelas tiranias segue inabalável.

É a verdade revelada na sua face mais cruel. O governo do PT é a favor de promover os direitos humanos em países governados por adversários do PT. Quando se trata de governos amigos do petismo, prefere-se o silêncio diante das violações, dos abusos, dos massacres. Para os amigos, as conquistas da civilização; para os nem tanto, a lei da selva. Não foi por menos, aliás, que o momento da vergonha veio quando o governo do PT decidiu afrontar a democrática Itália e dar proteção a um assassino comum, Cesare Battisti, só por ele ter amigos no PT.

O papel da oposição
Como oposição, temos o dever de acompanhar, estudar todas as principais questões nacionais a fundo, ver como vivem e sentir o que pensam as pessoas de todo o país, criticar, fiscalizar, cobrar promessas e apontar caminhos. (…) A incompetência e o autoritarismo são as marcas deste governo, e o PSDB não renunciará à denúncia desses atos e buscará mobilizar a sociedade brasileira para superar este período difícil.

Anúncios

Dívida externa: Lula mentiu!

terça-feira, 16 novembro, 2010

Dentre as muitas mentiras de marketing pregadas pelo presidente Lulla, a história de que teria conseguido pagar a dívida brasileira é uma das mais graves.

Para reforçar essa ilusão, chegou a emprestar uns trocados ao FMI, fazendo o povo trouxa – e sem saúde, educação nem segurança – delirar de orgulho nacionalista: ” já estamos até emprestando dinheiro ao estrangeiro”, festejou o brasileiro ingênuo.

Agora, paguem a conta: mais da metade das despesas do governo federal é para honrar a banca dos empréstimos. São R$ 1.000.000.000.000,00 ao ano.

O PT chega ao fim do segundo mandato de Lula legando ao país um número assombroso e vergonhoso: 52,91% de todas as despesas do país estarão destinadas ao pagamento de juros da dívida ou a outros custos financeiros.

É mais de um trilhão de reais. É mais de cinco vezes a folha de pagamento. É três vezes mais dos que os gastos com a previdência. É seis vezes mais o que o Tesouro repassa para estados e municípios.

Veja o quadro abaixo, do orçamento de 2011, publicado pelo O Globo:

Uma das grandes mentiras do PT na campanha eleitoral é que Lula teria pagado a dívida externa que, na verdade, já chega a 250 bilhões de dólares (com informações do Coturno Noturno e O Globo).

Num país realmente democrático, Lula estaria na cadeia há muito tempo. Por estas e outras. Muitas outras…

Oposição rejeita volta da CPMF

sábado, 6 novembro, 2010

Menos a “oposição generosa” dos mineiros. Antonio Anastasia (PSDB-MG), governador reeleito de Minas, ficou isolado na sua posição desastrosa a favor da recriação da CPMF.

No que deve ser o primeiro embate entre governo e oposição após a sucessão presidencial, a recriação do “imposto do cheque” já virou um dos temas mais discutidos entre os tucanos e os democratas.

Curioso que ninguém prestou atenção quando a Dilma, ainda antes do primeiro turno, anunciou em entrevistas na TV que traria a CPMF de volta, se fosse eleita.

Foi. Trará.

Quem é palhaço, mesmo?

sábado, 6 novembro, 2010

Este ano, só 35 dos 513 novos deputados federais se elegeram com votos próprios; os outros 478 vão assumir em Brasília tomando carona na votação expressiva de outros candidatos.

Resumo: quem define os representantes dos brasileiros no parlamento, afinal, são os eleitores do palhaço Tiririca e outros recordistas de votos. É a nossa realidade.

Escândalo de Correios e Casa Civil dá em nada

sábado, 6 novembro, 2010

A sensação é a de que o governo federal promoveu apenas uma “operação abafa” nos Correios: NINGUÉM foi demitido após as eleições.

Pior, o novo diretor de Operações, nomeado por Lulla, é aquele mesmo adjunto do coronel testa-de-ferro da MTA Linhas Aéreas, do escândalo envolvendo a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra.

Não demora a Erenice aparece de volta no governo, toda rebolando, cheia de moral e sem nenhum processo. Duvida?

Com um nome desses, não podia ser boa coisa

sexta-feira, 5 novembro, 2010

Até agora, Antônio Anastasia é o único governador da oposição a favor da volta da CPMF. Em agosto passado, em campanha, o mineiro dizia o contrário, num fórum de empresários:

“Reitero a minha adesão e completa solidariedade à posição de todos os empresários brasileiros, de que a carga tributária brasileira é exagerada, sufocante. Ela não permite que os negócios avancem e, na transformação da pequena empresa em média empresa, muita vezes, ela mata ali o empreendedor.

Precisamos ter aí um esforço nacional, dos municípios, dos Estados e, especialmente, do Governo Federal, que concentra 70% da receita tributária nacional. Sai de Minas o minério, vai para a China, vira aço, e volta mais barato do que o aço feito aqui. É algo que não entra na cabeça de nenhuma pessoa”.

(com informações de Coturno Noturno)

Paulo Bornhausen: ‘CPMF nunca mais’

quinta-feira, 4 novembro, 2010

Nota do líder do DEM na Câmara, Paulo Bornhausen (SC), sobre a proposta de recriação da CPMF.

“A Liderança dos Democratas na Câmara dos Deputados repudia veementemente a possibilidade de recriação da CPMF, o famigerado Imposto do Cheque.

Seguindo ordens, inspiradas no capricho vingativo do atual Presidente da República, a Presidente eleita, Dilma Rousseff, está convocando os governadores de sua base aliada para assumirem o movimento pela volta do imposto que o povo brasileiro derrubou.

A continuidade prometida durante a campanha está privilegiando as piores características deste governo federal, a falta de competência para gerir os recursos públicos e a gana pela cobrança de impostos.

O aumento da IOF – logo após o fim da CPMF – e o constante aumento da arrecadação de impostos alimentaram os cofres públicos com mais recursos do que os gerados pelo Imposto do Cheque.

A solução para o caos da saúde pública do Brasil está na regulamentação da Emenda 29 e na profissionalização da gestão.

Os Democratas não permitirão que o povo pague a conta da eleição.

Conclamamos a Oposição, no Congresso e no Legislativo e Executivo estaduais, e toda a sociedade para impedir mais esse descalabro do governo do PT.

CPMF nunca mais.”

TRAMOIA PARA A VOLTA DA CPMF

quinta-feira, 4 novembro, 2010

A estratégia da Dilma para fingir que não fará medidas contrárias ao povo é jogar a responsabilidade para outros.

No caso do aborto, por exemplo, ela disse “ser contra” e que jamais teria a iniciativa de mudar a legislação correspondente. Mas em momento nenhum afirmou que vetaria uma proposta de seus aliados do Legislativo – a Marta Suplicy, por exemplo – nesse sentido.

Agora, falando da volta da CPMF, ela igualmente se declarou contra e que jamais tomaria a iniciativa, mas que não poderia garantir nada porque “os governadores estavam pressionando”.

No dia seguinte, entram em cena, bem combinados, os governadores aliados dela, do PT e de Lulla exigindo a volta do maldito imposto. E será aprovado, apenas com nome diferente: CSS. Mas “não foi ela” quem trouxe o tributo de volta, entendeu? Foram os governadores…

Ora, fosse realmente contra o aborto e contra a CPMF, bastaria usar sua autoridade de presidente para vetar os projetos. Simples assim. Mas isso ela não conta pro povão, né? Falsa!

COMEÇOU CEDO: ARROCHO NO SALÁRIO MÍNIMO

quarta-feira, 3 novembro, 2010

A presidente Dilma Rousseff, com apenas três dias de eleita, já está pregando arrocho salarial pela redução do salário mínimo a médio prazo, ao mesmo tempo em que promete um reajuste da Bolsa Família.

É um paradoxo que não haja dinheiro para quem trabalhou a vida inteira, como os aposentados, mas exista verba abundante para sustentar os milhões de petistas que a elegeram.

Dilma quer aprovar uma nova regra para o reajuste do salário mínimo. Sua equipe de transição vai negociar o novo mecanismo com as centrais sindicais, em conjunto com o governo Lula, para começar a valer já em 2011.

Em 2010, o PIB do país deve crescer ao menos 7%, o que resultaria, após décadas de espera e promessas, num percentual digno de reajuste do salário mínimo em 2012. Entretanto, a mudança que o PT fará no cálculo é justamente para impedir esse bom aumento que ocorreria pelas regras atuais.

Elegeu ela? Agora…. aguenta!

(com informações da Folha e Coturno Noturno)

O que vem por aí

segunda-feira, 1 novembro, 2010

O povo pode ir se preparando. A partir de janeiro teremos:

– a volta da CPMF
– aumento da inflação dos alimentos
– a volta das invasões de terras pelo MST
– invasões de prédios e lotes urbanos
– censura da imprensa
– reforma tributária e “contingenciamento” da Caderneta de Poupança (sugestão do Collor?)

Não é boato. Foi dito e redito durante a campanha. Elegeu? Agora…. aguenta!

Quem perdeu nesta eleição

segunda-feira, 1 novembro, 2010

Engana-se quem pensa que é Serra o grande perdedor nesta eleição. O povo, a república e a democracia sem dúvida perdem muito mais.

No cenário político, saiu mal o presidente Lulla, pela sua atuação criminosa, mesquinha e desrespeitosa à Constituição como cabo eleitoral da terrorista Dilma. Elegeu sua candidata, sim, mas ao preço de manchar irrecuperavelmente a sua carreira política e pessoal. O “deus” tem pés de barro, descobriu-se.

Derrotados saem também os próprios tucanos, incapazes de fazer uma oposição à altura das calúnias e artimanhas do PT. Aécio Neves, o traidor, jamais ultrapassará as divisas de Minas Gerais, em qualquer cargo político. E irá para o PMDB em breve. Talvez o PT, se lhe for conveniente.

Anastasia, bem, este que aproveite o seu mandato, pois tampouco terá cacife para qualquer vôo maior se não contar com um padrinho.

Estes e muitos outros expoentes do PSDB deixaram de incluir Serra em suas campanhas regionais, enquanto, no lado de lá, até empresas estatais trabalhavam (ilegalmente) por Dilma.

Todas as pequenas células petistas em qualquer rincão do Brasil faziam campanha acirrada, ao passo que a maioria dos núcleos municipais do PSDB – principalmente em Minas – se fingia de morta, desrespeitando a orientação do comando.

E quando se perde a unidade partidária, acaba o partido. Ao PSDB, restam negociatas e bajulações para conseguir algum carguinho da Tia Dilma. Deixou de ser um partido e nunca foi nem será oposição. Está em extinção.

De resto, perde o Brasil, que consolida sua transformação em “república das bananas” e continuará a ser espoliado pela quadrilhas que se instalaram no poder público acobertadas por altos dirigentes petistas, como sejam Zé Dirceu, Erenice, Delúbio, etc, agora contando com o know-how e parceria de ladrões históricos como Collor e Sarney.

Vitória da corrupção e ignorância

domingo, 31 outubro, 2010

Depois de uma campanha eleitoral criminosa, onde as estatais, ministérios, legislativo, judiciário, toda a máquina governamental e o próprio presidente Lulla se empenharam ilegalmente na eleição de sua comparsa, eis que surge a terrorista Dilma Rousseff, a nova presidente do Brasil.

Apoiada por Collor de Melo e José Sarney, entre outros facínoras. Parabéns, brasileiros! Vocês merecem o que está por vir.

Resta conferir se vai prevalecer o acordo feito com Dilma e Zé Dirceu, que colocará o ex-presidente falastrão na presidência da Petrobras em troca de não se meter mais no governo.

De consolo, resta saber que muitos destes eleitores também terão suas terras rurais e áreas e lotes urbanos invadidos pelo MST, Sem-Teto e demais hordas de bárbaros sustentadas pelos nossos impostos.

E que a anunciada Reforma Tributária também sugará a sua caderneta de poupança e aplicações. E que Lulla, a maior fraude presidencial que o Hemisfério Sul já presenciou, finalmente deixará o Planalto.

Aguardem, não vai demorar.

TÁ MAIS PRO SERRA!

sábado, 30 outubro, 2010

O tracking do PSDB deste sábado, véspera da eleição em 2º turno, está dando 50 x 50, mostrando um rigoroso empate técnico.

Já a pesquisa de campo feita pelo Instituto Veritá (que é sério), divulgada hoje, está indicando 52% Serra x 48% Dilma.

Serra é novamente superior no debate

sábado, 30 outubro, 2010

Vamos ser lúcidos: o debate da Globo ontem à noite foi o pior de todos nesta campanha presidencial. Deu sono, foi chato. Mas nem por isso a mensagem dos candidatos deixou de ser dada.

E para a gente não ficar aqui de blá-blá-blá, eis um vídeo com as falas finais de Serra e Dilma. Os longos e entusiasmados aplausos ao tucano demonstram claramente quem venceu o debate.

Veja você mesmo:

ÚLTIMO TRACKING DÁ EMPATE

sexta-feira, 29 outubro, 2010

50 x 50

Encerrando a semana, o tracking dos partidos marcou rigoroso empate entre Serra e Dilma. Considerando-se que Dilma ontem estava 3 pontos à frente e caiu, pode-se perceber que a virada do 45 está acontecendo pra valer. As urnas vão confirmar.

CAMBUQUIRA, CADÊ SEU POVO?

Estive fora do ar por alguns dias, em viagem pelo Sul de Minas. Passei pela minha querida Cambuquira e não vi nenhuma, repito NENHUMA propaganda do Serra. Nem uma bandeirinha, uma moto de som, um santinho que fosse. NADA.

E, pasmem, parece que tem um comitê do PSDB na cidade. Só se estiverem trabalhando para Dilma, esta sim, com boa mídia por lá. Por estas e outras é que Cambuquira vem afundando na lama, cada vez mais. Os políticos locais só tem olhos para seus umbigos… e bolsos.

A CULPA É DO PAPA!

Os institutos de pesquisa comprados pelo PT – e o são quase todos – já tem uma bela desculpa para explicar a vergonhosa diferença entre suas “pesquisas” que colocam Serra lá atrás e o resultado das urnas, que deverá confirmá-lo à frente de Dilma: foi o Papa!

Tudo por conta da recente recomendação de Bento XVI para não votar em políticos abortistas como a Dilma, o que teria desestabilizado a candidatura petista nos últimos dias da campanha.